ARREPENDIMENTO! Nossa única esperança - David Wilkerson

Posted by Paulo Moura On terça-feira, 23 de novembro de 2010 0 comentários

Tantas pregações, tantos ensinamentos, mas no final nós queremos somente o NOSSO CONFORTO.
Que possamos nos arrepender VERDADEIRAMENTE de nossos pecados e de nossa idolatria, que é Tudo aquilo que ocupa mais espaço em nossas vidas do que Deus.




Pra que outros possam viver - Livres Para Adorar

Posted by Paulo Moura On domingo, 21 de novembro de 2010 4 comentários


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Um Chamado para a Angústia - David Wilkerson

Posted by Paulo Moura On quinta-feira, 18 de novembro de 2010 0 comentários

Vire Homen - Paul Washer

Posted by Paulo Moura On quarta-feira, 17 de novembro de 2010 0 comentários

O que é um Cristão? - John Piper

Posted by Paulo Moura On terça-feira, 16 de novembro de 2010 0 comentários

   
   O que significa ser um cristão? Charles Hodge, um dos grandes teólogos reformados do século XIX, achou a resposta neste texto: “É ser constrangido por um senso do amor de nosso divino Senhor, de tal modo que Lhe consagramos nossa vida”.
   Ser um cristão não significa apenas crer, de coração, que Cristo morreu por nós. Significa “ser constrangido” pelo amor demonstrado nesse ato. A verdade nos pressiona. Ela força e se apropria; impele e controla. A verdade nos cerca, não nos deixando fugir. Ela nos prende em gozo.
   Como a verdade faz isso? Paulo disse que o amor de Cristo o constrangia por causa de um julgamento que ele fazia a respeito da morte: “Julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram”. Paulo se tornou cristão não somente por meio da decisão com base no fato de que Cristo morreu pelos pecadores, mas também por meio do sábio discernimento de que a morte de Cristo foi também a morte de todos aqueles em favor dos quais Ele morreu.
   Em outras palavras, tornar-se um cristão é chegar a crer não somente que Cristo morreu por seu povo, mas também que todo o seu povo morreu quando Ele morreu. Tornar-se um cristão é, primeiramente, fazer esta pergunta: estou convencido de que Cristo morreu por mim e de que eu morri nEle? Estou pronto a morrer, a fim de viver no poder do amor dEle e para a demonstração da sua glória. Em segundo lugar, tornar-se um cristão significa responder sim, de coração.
   O amor de Cristo nos constrange a responder sim. Sentimos tanto amor fluindo da morte de Cristo para nós, que descobrimos nossa morte na morte dEle — nossa morte para todas as lealdades rivais. Somos tão dominados (“constrangidos”) pelo amor de Cristo, que o mundo desaparece, como que diante de olhos mortos. O futuro abre um amplo campo de amor.
   Um cristão é uma pessoa que vive sob o constrangimento do amor de Cristo. O cristianismo não é meramente crer num conjunto de doutrinas a respeito do amor de Cristo. É uma experiência de ser constrangido por esse amor — passado, presente, futuro.
   Entretanto, esse constrangimento surge de um juízo que fazemos sobre a morte de Cristo: “Quando Ele morreu, eu morri”. É um julgamento profundo. “Assim como o pecado de Adão foi, legal e eficazmente, o pecado de toda a raça, assim também a morte de Cristo foi, legal e eficazmente, a morte de seu povo.” Visto que nossa morte já aconteceu, não temos mais condenação (Rm 8.1-3). Isto é a essência do amor de Cristo por nós. Por meio de sua morte imerecida, Cristo morreu nossa morte bem merecida e abriu o seu futuro como o nosso futuro.
   Portanto, o juízo que fazemos sobre a sua morte resulta em sermos constrangidos pelo amor dEle. Veja como Charles Hodge expressou isso: “Um cristão é alguém que reconhece a Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, como Deus manifestado em carne, que nos amou e morreu por nossa redenção. É também uma pessoa afetada por um senso do amor deste Deus encarnado, a ponto de ser constrangida a fazer da vontade de Cristo a norma de sua obediência e da glória de Cristo o grande alvo em favor do qual ela vive”.

   Como não viver por Aquele que morreu nossa morte, para que vivamos por sua vida? Ser um cristão é ser constrangido pelo amor de Cristo.



Extraído do livro: Uma Vida Voltada para Deus, de John Piper.


Copyright: © Editora FIEL



Exortação - Pr. Paulo Junior

Posted by Paulo Moura On sexta-feira, 12 de novembro de 2010 0 comentários

As marcas do Verdadeiro Cristão - Paul Washer

Posted by Paulo Moura On quarta-feira, 10 de novembro de 2010 0 comentários


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Pregação ao ar livre em Lima (Peru) - Paul Washer

Posted by Paulo Moura On terça-feira, 21 de setembro de 2010 0 comentários

   É fácil pregar em cima de um púlpito, dentro de uma igreja, mas colocá-lo em prática é outra história.
   Paul Washer sobe em um banco em uma praça e fala sobre o evangelho de Jesus Cristo.

Moralidade Mínima? Volta Pro Mundo - Tim Conway

Posted by Paulo Moura On segunda-feira, 20 de setembro de 2010 0 comentários

Perseguição aos Cristãos

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Quem são seus Amigos? - Steven Lawson

Posted by Paulo Moura On domingo, 19 de setembro de 2010 0 comentários

A Bíblia não é chata. Avatar é chato - John Piper

Posted by Paulo Moura On sábado, 18 de setembro de 2010 0 comentários







   Todos nós erramos e pecamos, mas a diferença está em reconhecermos nossos erros e assumi-los. O Pr. John Piper é um pastor que pessoalmente admiro muito e acompanho seus sermões a um tempo, e posso afirmar que é um pastor que busca a Deus e o conhecimento bíblico.
   Na carta que segue ele pede afastamento por um período, para poder buscar a direção de Deus e poder estruturar melhor sua família.
   Seria interessante se todos os pastores um dia se retirassem por um período para poder rever seus ministérios e buscarem a Deus para terem uma direção.
   Segue a carta de Piper:

   “Como muitos de vocês já haviam escutado no sermão dos dias 27 e 28 de março, os presbíteros amavelmente aprovaram no dia 22 de março um recesso ministerial que me levará a me ausentar-me da [igreja batista] Bethlehem a partir de 1º de maio até 31 de dezembro de 2010. Entendemos que seria útil poder explicar isso por meio de uma carta que acompanhasse este sermão.
   Pedi aos presbíteros considerar esse recesso devido a um crescente sentir no meu interior de que minha alma, meu casamento, minha família e o padrão que tenho levado no ministério necessitam de uma revisão de parte do Espírito Santo.
   Por um lado, amo o meu Senhor, a minha esposa, os meus 5 filhos e suas famílias, primeiro e antes de tudo; e amo meu trabalho de pregar, escrever e conduzir a Bethlehem. Eu espero que o Senhor conceda-me pelo menos 5 anos como o pastor de pregação e de visão [planejamento ministerial] na Bethlelem.
   Mas, por outro, vi algumas manifestações de orgulho na minha alma que, ainda que não tenham chegado ao nível de me desqualificar do ministério, entristecem-me profundamente e têm cobrado um alto preço na mina relação com [minha esposa] Noël e outros que são muito queridos para mim. Como posso me desculpar com vocês, não por algo em particular, senão por defeitos que são contínuos em meu caráter e em seus efeitos sobre os demais? Falarei disso agora, e não duvido que terei de dizer novamente, “perdoem-me”. Como não tenho um fato específico ao qual apontar, simplesmente peço por um espírito de perdão. Asseguro-lhes o mais [firmemente] que posso que não estou fazendo as pazes, senão que estou em guerra contra meus próprios pecados. Noël e eu estamos sólidos como uma rocha quanto ao nosso compromisso um com o outro, e não há uma pontinha sequer de infidelidade de nenhum dos dois lados. Mas, como disse aos presbíteros, “sólido como uma rocha” não é sempre uma metáfora que satisfaz emocionalmente, sobretudo a uma mulher. Uma rocha não é a melhor imagem da terna companhia de uma mulher. Em outras palavras, o precioso jardim do meu lar necessita ser cuidado. Eu quero dizer a Noël que ela é preciosa para mim de uma forma que, neste momento de nossos 41 anos de peregrinação, pode ser melhor dito ao retirar-me por um tempo de quase todos os compromissos públicos.
   Nenhum casamento é uma ilha. Para nós isto é certo em dois sentidos. Um é que Noël e eu somos conhecidos tanto de dentro até a por fora por alguns amigos da Bethlehem – mais ainda por nossos colegas e amigos de há muito tempo, David e Karin Livingston, e logo por um grupo de mulheres confiáveis para Noël e de homens para mim. Prestamos contas, somos conhecidos, temos sido aconselhados e [eles] têm orado por nós.
   Eu estou profundamente agradecido pelo espírito de graça, transparência e confiança que existe entre a liderança da Bethlehem.
   A outra forma em que nosso casamento não é uma ilha é que nossas fortalezas e debilidades têm sido conseqüências para os demais. Ninguém em nosso círculo familiar e de amigos permaneceu sem ser afetado por nossos defeitos. É minha oração que este recesso possa chegar a ser de sanidade a começar pelo interior da minha alma, por meio do coração de Noël, até alcançar a nossos filhos e respectivas famílias, e até todos aqueles que têm sido ferido pelos meus erros.
A diferença entre este retiro e o [retiro] sabático que fiz há 4 anos [2006] é que escrevi um livro durante este sabático (“Mandamentos de Jesus para o Mundo”). Em 30 anos, nunca deixei a paixão de ser produtivo publicamente. Neste retiro, tenho a intenção de deixar tudo. Não escreverei livros. Não haverá preparação de sermões ou pregações. Não escreverei nos blogs. Nem no Twitter. Não haverá artigos. Não haverá reportagens.
   Existe só uma exceção neste caso – o fim de semana dedicado à Conferência Nacional do Desiring God [Desejando Deus] com a inauguração do Bethlehem College and Seminary em outubro próximo. Noël pensou que eu devia manter três dos compromissos internacionais. Nossa motivação é que ela poderia acompanhar-me nisso, e se planejarmos bem, essas poderiam ser ocasiões especiais para refrigério juntos.
   Os presbíteros designaram a um grupo que se mantenha em contato comigo e aos quais eu possa prestar contar durante este recesso. Eles são David Mathis, Jon Bloom, Tom Steller, Sam Crabtree, Jon Grano, Tim Held, Tony Campagna, e Kurt Elting-Ballard. Cinco deles caminharam junto de Noël e de mim pelos últimos 2 meses, ajudando-nos a discernir com sabedoria o alcance e a natureza deste retiro. Eles foram quem levaram a recomendação final aos demais presbíteros no dia 22 de março.
   Pedi aos presbíteros que não me remunerassem durante o recesso. Não sinto que se deva pagar. Eu sei que estou causando mais trabalho para muitas pessoas, por isso peço desculpa a todo o grupo da liderança. Não só isso, mas outros também poderiam ter um tempo similar. Muitos dos homens e mulheres que trabalham não têm a liberdade de dar-se um recesso como esse. Os presbíteros não aceitaram o meu pedido [de não receber sustento]. Noël e eu estamos profundamente agradecidos por essa manifestação de amor. Estaremos buscando direção do Senhor para ver de que forma podemos retribuir à igreja este suporte financeiro que nos ofereceram para, de alguma maneira, aliviar a carga.
   Pessoalmente, vejo esses próximos meses como uma espécie de recomeço do que espero que sejam os 5 anos mais humildes, felizes e frutíferos dos 35 anos que estamos em Bethlehem e dos 46 de casamento. Vocês podem me acompanhar em oração por esse propósito? E vocês podem permanecer junto a sua igreja (Bethlehem) com todas suas forças? Que Deus faça desses 8 meses os melhores que Bethlehem já tenha conhecido. Seria algo que Deus faria: o fazer as coisas mais extraordinárias do mundo quando não estiver aqui. “Assim que nem o que planta nem o que rega é algo, senão Deus que dá o crescimento.” (I Coríntios 3.7)
   Eu amo vocês e prometo orar por vocês todos os dias.
   Pastor John

Sede Santos - Paulo Junior

Posted by Paulo Moura On sexta-feira, 17 de setembro de 2010 0 comentários

Projeto Paul Washer

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Rm 12:2
"E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus."

   Hoje os que se denominam "cristãos", estão tendo as mesmas práticas das pessoas que não seguem a Cristo.
   Quando me deparo com este versículo de Romanos, eu me pergunto onde estão os inconformados, aqueles que não se sentem desse mundo, que não se sente bem em estar em ambientes totalmente depravados, onde exitem músicas que falam totalmente ao contrário que a palavra de Deus nos diz.
  Na verdade, precisamos analizar se realmente somos "cristãos", porque um cristão real é aquele que segue os passos de Cristo, acredito que Ele não participaria de muitas coisas que praticamos normalmente em nosso dia-a-dia.
   Em Tiago 4:4 nos diz: "Infiéis, {Infiéis; no original, adúlteras, isto é, os que são desleais para com Deus} não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus."
  Como podemos sermos amigos do mundo, consentindo com tudo que o mundo faz e sermos íntimos de Deus? A Bíblia não nos deixa enganar, não existe amizade com o mundo, não existe uma harmonia entre o cristão real e o mundo.
  Precisamos buscar mais a Deus, precisamos nos dar mais a Deus, viver a cada dia para Deus e não para nós mesmos, como o Ap. Paulo fala em Filipenses 1:21 "Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro."
  Se formos viver nesse mundo, que seja por uma obra maior do que todas as obras, vamos viver para Cristo Jesus, a quem nos entregou sua vida para nos salvar.
  
Deus nos abençoe